Amor Fati.
It’s a cycle, really.
O sentimento que me fez começar esses escritos é parecido com o que sinto hoje, anos depois. Fazendo, claro, a ressalva das proporções e do significado. É, talvez não seja nada pouco parecido... mas devido a versatilidade de nossa língua, caberia aqui o mesmo texto - o primeiro.
São justamente nesses gaps de interpretação dessa língua que se perdem grandes batalhas, às vezes guerras. Nas ambigüidades, nos equívocos, na omissão. É ali, senhores, ali nas entrelinhas que podemos perder tudo, inclusive a nós mesmos.
Mas a verdade é que perder-se também é parte do caminho. E isso não é necessariamente ruim...
Escolhe teu destino, ama teu destino.



Perfect Doll.
Sem rodeios...
As coisas andam meio sem graça. Não sei o que fazer.
Queria fazer uma grande viagem, mas não vai ser agora.
Preciso de uma nova aventura.
Preciso de um novo amor.
Now.

Man of the hour.
Paranóia sim. Todos os telefones parecem estar tocando ao meu redor, quando na verdade eles estão mudos. E levante a mão quem nunca esperou um telefonema. Fosse de emprego, fosse de família, fosse de amor. Formam-se dezenas de teorias comprovando que ao menor sinal de distração o telefone irá tocar. E na maioria das vezes, essas teorias só reforçam a paranóia. A cura? Que o tempo passe e traga paz de espírito, ou que o telefone toque de uma vez.
If we were our Denieals
Dizem que quando a gente quer muito alguma coisa, não se deve contar a ninguém antes que dê certo.
Então, hoje não tem post.
Pra quem quiser, tem placebos.

Can´t help it
The girl can´t help it (oh baby, i´m no, in love) 3x
First time
That I saw your eyes
Boy you looked right through me, mmmhmm
Play it cool
But I knew you knew
That cupid hit me, mmm mmm
You got me trippin, stumbling, flippin, fumbling
Clumsy cuz I´m fallin in love
You got me slippin, tumbling, sinking, fumbling
Clumsy cuz I´m fallin in love
So in love with you
Can´t help it
The girl can´t help it (oh baby, i´m no, in love) 3x
Can´t breath
When you touch me, see
Butterflies so crazy, mmm mmm
Whoa now, think I´m goin down
Friends don´t know whats with me, mmm mmm
You got me trippin, stumbling, flippin, fumbling
Clumsy cuz I´m fallin in love
You got me slippin, tumbling, sinking, fumbling
Clumsy cuz I´m fallin in love
So in love with you
Can´t help it
The girl can´t help it (oh baby, i´m no, in love) 3x
You know, this isn´t the first time this has happened to me
This love sick thing
I like serious relationships and a
A girl like me dont stay single for long
Cuz everytime a boyfriend and I break up
My world is crushed and I´m all alone
The love bug crawls right back up and bites me and I´m back
Can´t help it
The girl can´t help it (oh baby, i´m no, in love) 3x
You got me trippin, stumbling, flippin, fumbling
Clumsy cuz I´m fallin in love
You got me slippin, tumbling, sinking, fumbling
Clumsy cuz I´m fallin in love
So in love with you
So in love with you
So in love with you
Tradução
Desajeitada
Não pode evitar
A garota não pode evitar isso (3x)
A primeira vez
Que eu vi seus olhos
Menino, você olhou bem através de mim, mmmhmmm
Vá com calma
Mas eu sabia que você sabia
Que o cupido me flechou, mmm mmm
Você me pegou cambaleando, tropeçando, enlouquecendo, atrapalhada
Desajeitada porque eu estou me apaixonando
Você me pegou escorregando, caindo, afundando, atrapalhada
Desajeitada porque eu estou me apaixonando
Tão apaixonada por você
Não pode evitar
A garota não pode evitar isso (3x)
Não posso respirar
Quando você me toca, vejo
Borboletas tão loucas, mmm mmm
Pare agora, acho que vou cair
Amigos não sabem o que há comigo, mmm mmm
Você me pegou cambaleando, tropeçando, enlouquecendo, atrapalhada
Desajeitada porque eu estou me apaixonando
Você me pegou escorregando, caindo, afundando, atrapalhada
Desajeitada porque eu estou me apaixonando
Tão apaixonada por você
Não pode ajudar nisso
A garota não pode ajudar nisso (3x)
Sabe, não é a primeira vez que isto acontece comigo
Esta coisa de estar apaixonada
Eu gosto de relacionamentos sérios e uma
Uma garota como eu não fica solteira por muito tempo
Porque toda vez que um namorado e eu terminamos
Meu mundo se parte e eu fico totalmente sozinha
O inseto do amor rasteja atrás de mim, me pica e eu estou de volta!
Não pode ajudar nisso
A garota não pode ajudar nisso (3x)
Você me pegou cambaleando, tropeçando, enlouquecendo, atrapalhada
Desajeitada porque eu estou me apaixonando
Você me pegou escorregando, caindo, afundando, atrapalhada
Desajeitada porque eu estou me apaixonando
Tão apaixonada por você
Tão apaixonada por você
Tão apaixonada por você

"Os felinos, ao contrário dos cães, não são animais sociais programados com o desejo inato de atender a seus superiores.
Eles são caçadores solitários que têm apenas um conceito muito vago de hierarquia e escasso desejo de 'agradar' a quem quer que seja, exceto a si mesmos.
São capazes de dominar comportamentos complexos - desde que estejam de acordo com os seus termos.
Sua maior motivação, quase sempre, é a comida e, em menor grau, o elogio."
E os Senhores? Cães ou gatos?
“Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar que ela vá à falência. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um não. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho? Guardo todas, um dia “vou construir um castelo…”
(Fernando Pessoa)
Pra se viver
Quando menos se espera lá vamos nos acorrentando aos sentimentos. Se triste, se alegre; cansado ou preocupado, parecemos imóveis a espera da corrente; nada há a ser feito.
Eu gostaria de estar sempre presa à felicidade, mas esta é daquelas que está sempre a fugir, a procura incessante de um novo lugar para pousar. Abandona-nos a mercê da melancolia.
Ás vezes, estas correntes parecem tão fortes que achamos que nunca delas escaparemos. Um dia elas nos libertam ou somos nós que nos libertamos para sermos capturados em seguida.
Confesso que tenho dúvida, somos nós que somos presos a elas, ou nos prendemos vezes sem querer – ou mesmo querendo? Talvez exista o que possa ser mudado. A partir de agora escolherei a emoção que quero para acorrentá-la junto a mim, várias delas. Eu quero sentir…
Emoção, eu preciso de várias para viver!

Depois duma semana
recusada em várias esferas, sobreviveu e era feliz. Agora resta ansiedade toda
misturada a complexos sentimentos. Não consegue respirar somente de imaginar o
que o futuro reservará. O dia está lindo lá fora e ela a pensar. Seu coração dói
não sobrevivendo a este emaranhado de emoções; ela toda complexa. Corpo? Como
lembrar desta dor se a alma dói em suspenso aguardando os segundos. Duas semanas
e ver seu rosto. Quanto tempo faz mesmo que não o vê? Muito tempo... tanto que
já se virou do avesso, tanto que já não se reconhece, tanto que já nem sabe
mais.
Ah... estas mudanças. Doeu cada uma delas. Aquela dor de estar se
perdendo, de estar se achando. Perdeu-se, achou-se; bilhões de vezes. Isso dói
como imaginar o que será daqui a duas semanas e o que será depois de três...
Mudará? A espera acabará? Com que disposição entrará? Fingirá que não tem medo
apesar de sua alma tremer a trombar das pernas? A coragem e o sorriso são seus
companheiros. Viverá leve apesar do pesar da dúvida.
Talvez devesse
parar de pensar e viver a recuperação. Do corpo? Também e do coração; este
carrega enfermidade muito mais complicada porque não descobriu o remédio que o
cura. Ah... dor reclamando, dor perfurando e seu corpo a carregando. Segundos
passam. Silêncio profundo, percebido por entres palavras apenas. O que falarão,
não notarão a espera, toda a suspensão desta espera, mas são apenas duas
semanas, uns piscares de olhos. Acordará, viverá as horas passando pela janela.
Praguejará na velocidade dos ponteiros a rastejar.
Ah! Como dói esta
espera; toda ela ansiedade. Como foi que ele disse? Pequena. E eu? É normal. Por
que nela não pode ser assim, ansiedade pequena, normal. Não, nela cavalga,
encontra espaço fértil. Foi tanta a espera e agora ela está a acabar. O medo é
do fim dela? O que será que reserva o fim desta espera? Mais espera? Há de
esperar estes dias passarem, fingindo que não os nota. Fingindo concentrar-se no
livro, no curso. Fingindo brincar com muita atenção. A espera continuará aqui,
doendo-a.
Eu devia estar transbordando de felicidade, e derrubando as cascas que me envolvem, e dando meu primeiro vôo.
De que adianta arrependimentos quando as coisas passaram.
Por isso, não faço a pergunta. A resposta de pouco adiantaria.
Eu já fui envolvida. Apenas tento me proteger para que ninguém de mim se alimente; apenas busco em mim novos rumos, novas cores.
O que fazer agora, é a pergunta.
Hoje ele me contou sobre suas dores, quis ajudá-lo, mas sei que ele merece algo mais especializado que eu.
Sou apenas uma aprendiz de borboleta procurando seu caminho.
Aliás, eu nem sou uma borboleta ainda porque depois da lagarta, tem a fase crisálida na qual me encontro nas últimas semanas.
Não posso ajudá-lo. Posso ouvi-lo.
Posso tomar conta com meus olhos encorbertos de suas larvas.
Posso dar o nome do inseto que vai ajudá-lo. Acho que ajudei o máximo.
Ontem, eu pensei no porquê d'eu não querer ser um inseto ou animal mais forte e sim esta frágil borboleta.
Quem pode falar sobre a fortaleza e a fragilidade do outro.
Eu não posso. E o ar escreveu as palavras que me fizeram pensar.
A ajuda que ele me deu era a que ele podia me dar naquelas circunstâncias.
Ninguém pode dar o equilíbrio que não tem, ninguém pode dar a felicidade que não sente.
E agora? Porque no passado já não adianta mais estar.
E agora o que fazer, quando se tem certeza que tomou o caminho errado? E quem pode dizer que este é o caminho errado?
Então, eu, apenas uma aprendiz de borboleta, respondo a pergunta que não foi feita porque a resposta de pouco adianta.
Se voltar já não é possível, pega o mato e atravessa o campo.
Não esqueças da bússula. Segue em frente, ao caminho que foi deixado na última bifurcação.
Pode até demorar um pouco, mas diante das circunstâncias, este é o caminho.
Ou continua em frente, ou pega o mato.
E continua mantendo contato porque tenho um ótimo sentido de direção e posso dar qualquer dica, inclusive de como chegarás até mim.

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